Descentralizando amores românticos e buscando apenas a si própria
Achei que seria produtivo começar de novo. É particularmente interessante revisitar os retalhos de si em cada texto antigo quando estamos encerrando um ciclo. Ano conturbado - como todos os outros - e o melhor até hoje apesar dos pesares - como todos os outros.
Mais uma vez, estou com um copo de chá do meu lado - é verão, faz tantos graus que tenho dúvidas se é Celsius ou Fahrenheit - e o movimento repetitivo da minha perna não foi o suficiente para conter minha ansiedade.
Sinto-me particularmente orgulhosa pela dedicação neste ano para as leituras do clube do livro. Retomar minha vida pessoal e meus hobbies, há tanto enterrados profundamente pela medicina, foi primordial para manter o mínimo de sanidade diária que os 365 dias exigiram.
Meu vocabulário tornou-se diminuto com o passar do tempo. Esqueci as palavras nas páginas do tempo. Vejo que é tempo para olhar para mim - e desenterrar minhas idiossincrasias.
Nessa busca pelo obsoleto, descobri inúmeros textos belíssimos. Entretanto, a temática recorrente é obscena: sofrer por amor.
Chega. Iniciamos uma nova história aqui.
No hoje.
Agora.
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